INDOCHINA 2011
Lena & São
29
Dez 11

 

 

 

PHUKET


Da Tailândia é o que podemos contar. Viémos ao encontro do descanso destas férias...

Ficámos em Patong, na costa oeste.
Que poderemos dizer? Parece-nos o nosso Algarve cheio de gente e de comércio de verão, com algumas zonas mais organizadas e a maior parte desorganizadas. Embora bem mais húmido... Porque em termos de temperatura conseguimos ultrapassar… Mas as águas são bem mais mornas
O hotel apesar de antigo era simpático e deu para desfrutar do sol e piscina e de boas leituras.
Tirámos um dia para conhecer as célebres ilhas Phi Phi e outras deste arquipélago. Valeu a pena pela beleza das ilhas e pelo snorkeling, mas a multidão… Reparem no estacionamento dos barcos nas praias…
Espera-nos a grande viagem. Pukhet > Bangkok (1h), Bangkok > Madrid (12,30h) e Madrid > Lisboa (1h). Gostámos do aeroporto de Bangok. Bonito e funcional.

 

By By férias que o trabalho nos espera… Até uma próxima viagem, se for possível.
Bjs e por aqui ficamos.

 

VOTOS DE BOM ANO DE 2012 PARA TODOS NÓS

publicado por indochina2011 às 10:08
29
Dez 11

Cambodja
O reino do Cambodja, é um reinado sem poder político. O nome atual deriva de Campuchea (diz-se campúchia), nome que se afrancesou, à custa da ocupação des chères amis.
Teve um período negro, digo, vermelho, durante a vigência do “Camarada Um” Pol Pot, durante 4 anos, em que exterminou 1/3 da população (14.000), sendo um genocídio comparável aos dos judeus no templo hitleriano, com requintes de malvadez, o que reduziu significativamente a população cambodjana. Isto sem contar com os que conseguiram abandonar o país. Estava previsto uma visita aos “Killing Fields” mas o nosso guia achou que não era bom visitar fantasmas e propôs-nos um programa fora de Phnom Penh, o que aceitámos de bom grado.


Começámos a nossa estadia visitando o PALÁCIO REAL em Phnom Penh. Feito inicialmente de madeira e bambu, foi mais tarde substituído por elementos mais sólidos… em cimento. Foi construído ao estilo Khmer tradicional e pintado de amarelo (a cor real), com muitos dourados por todo o lado. Para além do palácio, propriamente dito, tem 2 pagodes. Mesmo ao lado têm o PALÁCIO DE PRATA, assim chamado por ter parte do chão forrado a prata. Também se vêm uma quantidade de budas em materiais nobres, nomeadamente ouro e prata e incluindo ainda/igualmente pedras preciosas, bem como frescos murais. Riquíssimo! Fica situado defronte do rio Mekong, que nos acompanha sempre de perto nesta viagem. Ficámos surpreendidas pela presença da nossa bandeira, no meio de outras tantas. Talvez estivessem à espera da nossa visita.

 

 

 

 

O MUSEU NACIONAL é um edifício considerado obra-prima da arquitetuta khmer. Pintado de vermelho sangue, tem umas esculturas nas portas interessantes. Quanto ao conteúdo, a coleção é farta, como seria de esperar.
Nesta noite experimentámos o prato tradicional AMOKE, feito de carne e leite de coco servido em “caixa” feita de folhas de bananeira. A primeira impressão não é favorável, mas à medida que se vai comendo torna-se bem agradável. Mais tarde experimentámos o mesmo prato servido no próprio coco.

 

 

O nosso guia, bem simpático e com um grande sorriso lá nos levou no dia seguinte para um passeio na província de TAKEO onde fomos visitar 3 templos. Os TONLE BATI e CHISO durante a manhã e o PHNOM Temple durante a tarde, após uma incursão de lancha a motor por água e mais água, no meio da qual encontramos árvores submersas como que formando estradas. Terminámos o passeio no museu ANGKOR BOREY, pequenino, mas com algumas lingas (esculturas fálicas, símbolos do poder divino) preservadas.
Todos os templos são budistas e construídos de pedra. As imagens falam por eles.
Nestes passeios as crianças acompanham-se sempre.

 

 

Terminámos o dia 9 de Dezembro com um passeio no MERCADO NOTURNO da cidade e jantámos  junto ao rio, no restaurante Titanic, com direito a espetáculo de danças. Foi um dia como os outros, a não ser pela data coincidir com o aniversário. Foram telefonemas e SMS aos montes e que ficam aqui desde já agradecidos.

 

 

Manhã seguinte, mais um voo em direção a Siemp Reap, nem chega a uma hora de voo.

 

 

Foram 3 dias de visitas… num sobe e desce, com grande esforço físico e muitas vezes dissémos “a gente goza, mas sofre…” Ai as pernas, ai os braços, ai as costas, ai os pés… Mas todos os finais de dia tomávamos o nosso banho e desfrutávamos logo de seguida de 1 hora de massagem, que nos souberam divinamente.
Poderíamos perdermo-nos em palavras para descrever todos os templos que vimos, todos eles em pedra, daí chamar-se ANGKOR, a floresta de pedra. Os dois mais impressionantes para nós foram o de TA PHROM (dia 1) com as raízes das árvores misturando-se com a construção de pedra, sendo responsável por muitos abatimentos deste templo e o de BAYON (dia 2) cujas múltiplas faces esculpidas na pedra, geralmente 4, numa desordem aparente e que o tornam peculiar e belo. Indicam o rei a olhar para o seu povo e todo o seu território. Mas todos os outros tinham particularidades que os tornavam interessantes. Visitámos o PREAH KO (templo funerário do séc IX feito em tijolo e estuque. Sobressaem várias portas falsas e fachadas muito decoradas), o BAKONG (séc. IX, é um templo-montanha, com 8 torres em tijolo, simbolizando os 8 corpos de Shiva, têm nos cantos vestígios de estátuas de elefantes e leões. É o mais bonito do grupo Roluos), o LOLEY (do séc. X, é o mais mal preservado e com um templo recente ao lado que desvirtua a paisagem; é construído de tijolo e tem múltiplos nichos com “apsaras”=dançarinas), o KRAVAN, o BANTEAY KDEI, o TAKEO e o TEVODA no primeiro dia. Esgotante… mas encheu-nos com tanta maravilha. Dia seguinte, visitámos a porta sul de ANGKOR THOM cheia de figuras ladeando a estrada que nos leva a esta porta (era uma antiga cidade fortificada, de plano quadrado com 5 portas e com vários templos). Durante a manhã vimos os templos BAKSEICHAMKRONG, o PHIMÈANAKAS, BAPHUON (este dos mais mal construídos e menos interessante), o TERRAÇO dos ELEFANTES e DA PESTE DO REI (ambos com frisos e baixos-relevos esculpidos e bem conservados contando histórias de tempos antigos) e terminámos em grande em ANGKOR VAT, que é impressionante pelas suas dimensões e pelas gravuras esculpidas contando inúmeras histórias, mas sem o impacto dos outros dois acima citados. Este data do séc XII e é construído em estuque sobre pedra. É um templo funerário dedicado a Vishnou.
Terminámos o dia a ver o por-do-sol no templo PHNOM BAKENG depois de uma subida bem jeitosa e cansativa. O templo é bonito e fica com uma cor dourada com os raios de sol rasantes ao sunset, aliás como a maioria deles ao final da tarde. É uma diferença abismal esta mudança de cor. Entretanto, cheio de gente a esta hora... Limitado a 300 pessoas, mas achamos que havia mais.

 

 

No terceiro dia visitámos pela manhã KBAL SPEAN. Mais uma subida, mais umas dores musculares, eheheheh! Lá em cima umas cascatas e um pequeno rio delimitam uma área sagrada. O leito do rio é coberto por esculturas de lingas e ao longo de muitas rochas vêm-se esculturas do deus Shiva que purificam estas águas. Existe uma ponte natural em pedra sobre o leito deste pequeno rio (mais um ribeiro…).
Depois do almoço fomos visitar o último templo previsto, o de BANTEAY KDEI. Este templo é bem bonito e destacam-se os frisos e baixos-relevos bem preservados e os seus macacos e leões humanos, guardiões do templo.

 

 

 

 

 

E mais templos há nesta região se quiséssemos e tivéssemos tempo para os ver. E pernas para aguentar
O mote característico em todos eles é o desaparecimento das lingas e das estátuas do buda e as que restam estão decapitadas. As lingas são elementos fálicos, símbolo do rei sob o aspeto divino. As Apsaras são bailarinas e dominam grande parte dos relevos encontrados.
Ficámos a saber que o primeiro português que pisou estas terras foi o diácono António de Madaleno, algures no séc. XV (?) e que introduziu o nome da moeda desta região e que ainda perdura (RIAL).
E mais não dizemos já que a escrita é longa.
A caminho de Myanmar, no aeroporto de Bangkok, em 13 de Dezembro.

 

Puclicado tardiamente visto a net passar a ser lenta e cara...

publicado por indochina2011 às 09:31
29
Dez 11

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"Nesta altura do ano, está tempo solarengo no Norte, está tempo solarengo no Sul, mas chove na zona central do país". Esta foi uma das primeiras informações que o cioso Mr. Nam nos transmitiu.
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DANANG /  HOI AN  /  HUE VISITADAS À CHUVA
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Foi com uma chuvita que não incomodava muito, mas obrigava a enfeitarmo-nos com impermeáveis de plástico translúcido, que fomos conhecer o Centro Histórico de Hoi An, também conhecoda por Faifo.
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Mas, antes...
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Lá fomos visitar mais um centro de artesanato para turista comprar. Outra vez as pinturas em laca e os bordados em seda, estes últimos sem dúvida os de melhor pormenor dos que vimos até agora e também com os motivos mais interessantes. Os preços que atingem transformam-nos em artigos de luxo. Tal como certas joias de luxo também não são o tipo de objeto no qual queremos investir.
Depois vieram mostrar-nos "preciosas" toalhas de mesa bordadas em "ajour" e outras técnicas que tais... se não iguais, pelo menos parecidas com as que vendemos aos turistas nas nossas praias do Minho ao Algarve.
Diferente, mesmo, aqui é só o serviço de alfaiataria em seda. Escolhe-se o modelo e os tecidos. Tiram-se as medidas. E no dia seguinte de manhã, as "fadas" têm-no pronto. Um conto de sonho que pode ter muito que se lhe diga... 
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Seguimos para o centro, passeando pela margem do rio antes de irmos para os bairros. Porta sim, porta sim, havia um negócio, pequeno ou grande que fosse.
e 

 

S
O rio tem profundidade suficiente para receber embarcações com alguma dimensão, que trazem produtos a partir do oceano, cuja cota passa rapidamente de valores de 35 m para as praias.
Foi assim desde tempos imemoriais, tendo proporcionado que a zona central do Vietname tenha sido sempre um florescente posto comercial, incluído na rota da seda, apetecível a chineses, japoneses, indianos e posteriormente aos europeus. 
S
S
Como todos os locais deste tipo, foi também um ponto de encontro de culturas. Aqui temos o bairro Japonês e o Chinês relativamente diferenciados, com os respectivos templos, pagodes e mercados. Mas a casa tradicional que visitámos tinha uma mistura de estilos das duas civilizações. Na fronteira dos bairros, uma fronteira física sobre uma linha de água que tanto podia ser um pequeno rio ou uma vala artificial, não temos a certeza. Para passar o portal que veem abaixo, no passado era necessário pagar uma taxa.
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Continuamos em direção a Danang, a cerca de 30 km, onde visitamos o Museu de Escultura Cham. Mr. Nam explicou com entusiasmo a vinda deste povo pelo sul a partir da India, a sua cultura excecional, com especial abertura à diferença, os seus valores e capacidade de esculpir estátuas e "lindicímos" frisos, numa técnica diferente de todos os povos ao redor.
Mr. Nam é de origem Cham. Defende com unhas e dentes o património do seu país e é vê-lo a passar responsos, raspanetes aos que encontra a tentar montar cavalos, subir para estátuas ou abanar peças soltas dos monumentos ;)
Estava felicíssimo quando nos mostrou a única peça metálica do museu. Uma linda deusa da terra, que também representava mesiricórdia.
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Almoçamos a caminho para Hue, num restaurante de praia na baía de Hai Van. Valeu a pena passar as cusvas e contracurvas das montanhas, A vista sobre a baía é bonita.
Depois da refeição, descemos até ao mar. A sua cor não era atraente, devido ao material em ressuspensão. Jovens e adultos, cada qual ao seu modo usufruiam de paceio idêntico. Foi agradável.
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Em Hue, no dia seguinte, fomos até ao rio Perfume para seguir de barco para o Pagode Thien Mu, onde assistimos ao serviço religioso da manhã. O mosteiro parece estar preparado para ser visitado pelos turistas que podem ver zonas de estudo, as cozinhas, o horário das atividades dos pequenos monges, que também vão à escola pública, mas dormem sete horas por dia e treinam kung-fu por dois turnos, além da aprendizagem religiosa e participação nas orações e sessões de meditação, etc., etc.
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Depois voltámos para Hue e fomos ao Mercado de Dong Ba, comprámos as gostosas maçãs vietnamitas que têm caroço de ameixa. Frutas variadíssimas enchiam os olhos de texturas e cores.
Quanto aos chapéus de forma cónica, só nos apercebemos de uma banca. Não verificámos se eram os melhores de todo o Vietname.
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Passámos à Cidadela Imperial, construída em 1804 num local escolhido de acordo com o seu meio envolvente. A visita inclui a Torre da Bandeira, os Mausoléus da Nona Dinastia, os 9 Canhões Sagrados, o Palácio Thai Hoa (Palácio da Suprema Harmonia) e ainda a Cidade Proibida.
Almoçamos num excelente restaurante no meio da cidade, onde nos ensinaram a usar o papel de arroz para embrulhar a comida. O papel também se come!
Continuação da visita túmulos reais do5 Rei Tu Duc (1848-1883) e do 4Rei Khai Dinh (1916-1925). Os monumentos, desenhados pelos próprios reis, foram também usados como retiros de férias durante as suas vidas
publicado por indochina2011 às 09:30
08
Dez 11

 

GOOD  MORNING  VIETNAM  !!!

jkasjhdAKSHDaksdh

 

Chegámos a Ho Chi Minh a meio da manhã, depois de cerca de 1 h de voo tranquilo.

Nos aeroportos, naquele compasso de espera obrigatório, aproveitamos para pôr as fotos em ordem, escrevermos estes textos e fazer alguma leitura.

 

Em vez de irmos para o hotel, começámos por fazer o passeio à cidade, antiga SAIGÃO, com cerca de 8.000.000 pessoas. As casas seguem-se umas às outras, num infidável casario que se estende à periferia, pelo menos até Cu Chi e a My Tho, a vários Km do centro da cidade, envolta pelo rio Mekong. Para além deste grande rio asiático, existem inúmeros rios e canais, sendo o mais importante, o rio Saigão.

Encontramos um centro comercial, tecnológico e industrial, cheio de vida, com muitos arranha-céus moderníssimos. Parece-nos que nesta cidade as motos ainda são mais dominantes do que em Hanói e até mesmo Hue e Hoi An.

 

 

 

 

 

 

A presença francesa e americana é demais evidente, bem como a chinesa e japonesa em particular em termos culturais, vivendo a cidade em termos turísticos destas referências.

 

 

 

 

 

Começámos a visita por Chinatown, indo diretamente ao TEMPLO THIEN HAU, dedicado à deusa dos mares.  É um local de oração bem presente. Tem umas figuras envolvendo a parte superior das paredes do templo que são um mimo.

 

 

 

 

 

 

De seguida embrenharmo-nos pelo MERCADO DE BINH TAY. Trata-se  de um mercado grossista, onde se vende por atacado tudo e mais alguma coisa.

Muito turista misturado com as gentes da terra, circulando por espaços reduzidíssimos.

 

 

 
Perto dali fica a CATEDRAL DE NOTRE DAME DE SAIGON, bem ao estilo francês, lado a lado com a ESTAÇÃO CENTRAL DOS CORREIOS, edifício da autoria de Gustav Eiffel.
Este edifício imponente é ainda utilizado como estação, para além da vertente turística.
Aqui fica mais uma foto das duas, já que os guias da Saigon Tourist oferecem-se sistematicamente para nos tirar fotos nos locais emblemáticos e no enquadramento que entendem mais adequado. No Vietname Centro, o Sr. Nam fazia também questão de fotografar para nós os motivos que considerava mais importantes, sob o enquadramento que achava mais adequado ou artistico, mas com as nossas câmaras ;)
Até que se ajeitam…

 

 

 

Mais uma parada, no PALÁCIO DA REUNIFICAÇÃO, também conhecido por palácio presidencial e palácio da independência, já que foi aqui proclamada em 30 de Abril de 75.

Inicialmente construído pelos franceses, foi bombardeado e reconstruído de novo, sob influência americana. Era o local de residência e de trabalho do presidente do Vietname do Sul, indigitado pelos americanos.

   

 

 

Saltando o almoço, terminámos a meio da tarde, com a visita ao MUSEU DE HO CHI MINH, onde nos contaram a história antiga e recente desta cidade e em que a presença do líder é demais evidente.

 

Um pormenor giro de ver é que esta gente dorme a SESTA em qualquer lado.

Para variar, visitámos mais um showroom de lacas e outros artefactos.

Eles dormiam por todos o lado enquanto nós visitávamos o espaço…  

Até em cima das motas os vimos a dormir… grandes equilibristas.

 

Outro pormenor digno de registo é o sistema de distribuição de energia eléctrica.

Fios e cabos por todo o lado. Vejam, vejam, que as imagens falam por si. Mas têm energia elétrica… eheheheh.

 

 

Deixadas no hotel, esperava-nos um banho apetecível, já que apesar dos apenas 30º, a humidade exige um refrescante banho. Ainda dia, fomos passear pelas redondezas, na baixa da cidade, bem tranquilas, até ao jantar.

 

Na manhã seguinte, partimos para os célebres TÚNEIS DE CU CHI. Agradável surpresa, já que esperávamos uns buracos e pouco mais. Estes 200km de túneis permitiram que os vietcongs sobrevivessem aos ataques dos norte-americanos, embora tivessem inicado a sua construção durante a ocupação francesa.

Nestes espaços tinham hospitais, escolas, salas de reunião, cozinhas e quartos. Mas os túneis são labirínticos, estreitíssimos, claustrofóbicos. Comunicam entre si, com a margem do rio e ainda com a cidade de Ho Chi Minh a 75Km de distância…

Experimentámos entrar num deles e quase que nem entrávamos, quanto mais sair. Não foi tarefa fácil, até mesmo porque a risada foi tão grande… vejam com os vossos olhos! Mas conseguimos andar dentro de um deles, quase de gatas e sem retorno possível, a não ser com alguma ginástica.

Não foi fácil a vida deste povo… Mas agora vê-se uma marcada presença ocidental.

 

    

 

 

 

 

Regressámos cedo, mesmo a tempo de fazer uma jornada extra com pagamento adicional, conseguida sem o apoio da nossa guia, que até ao momento foi a pior de todas que encontrámos. Pouco eficiente e expedita, disse que telefonou para a sede não conseguindo agendar este programa adicional para o período da tarde, que lhe pedimos pelas nove horas... Nós fizemos uma chamada internacional para o hotel, que faz parte da mesma empresa Saigon Tourist, com quem temos estado todo o tempo no Vietname, e conseguimos.

 

Custou-nos às duas 110 USD, mas conseguimos visitar o DELTA DO MEKONG EM MY THO.

Incluiu um cruzeiro no rio Mekong e um passeio em canoa pelos pequenos canais bordeados de coqueiros de água, nalguns locais fazendo túneis. Vistámos uma fábrica de bombons feitos de leite de coco e passeámos numa charrete puxada por um cavalito , proporcional ao tamanho dos vietnamitas. Deu ainda para assistir a um espectáculo de música onde nos ofereceram fruta e chá de mel. Gostámos particularmente de uma delas, a que chamam “olho de dragão”, com uma forma e sabor idêntico à líchia, mas bem mais saborosa.

 

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Surpresa das surpresas.

Pensávamos que iria ser bem mais cansativo, mas estes dias têm dado para relaxar ao final do dia e a estadia nos aeroportos não tem sido tão má como esperávamos. É que já vamos para o nono voo.

 

 

Bjs e até à próxima. O Cambodja, antiga Campucheia aguarda-nos!

 

publicado por indochina2011 às 14:39
07
Dez 11

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"Nesta altura do ano, está tempo solarengo no Norte, está tempo solarengo no Sul, mas chove na zona central do país". Esta foi uma das primeiras informações que o cioso Mr. Nam nos transmitiu.
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DANANG /  HOI AN  /  HUE VISITADAS À CHUVA
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Foi com uma chuvita que não incomodava muito, mas obrigava a enfeitarmo-nos com impermeáveis de plástico translúcido, que fomos conhecer o Centro Histórico de Hoi An, também conhecoda por Faifo.
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Mas, antes...
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Lá fomos visitar mais um centro de artesanato para turista comprar.
Outra vez as pinturas em laca e os bordados em seda, estes últimos sem dúvida os de melhor pormenor dos que vimos até agora e também com os motivos mais interessantes. Os preços que atingem transformam-nos em artigos de luxo. Tal como certas joias de luxo também não são o tipo de objeto no qual queremos investir.
Depois vieram mostrar-nos "preciosas" toalhas de mesa bordadas em "ajour" e outras técnicas que tais... se não iguais, pelo menos parecidas com as que vendemos aos turistas nas nossas praias do Minho ao Algarve.
Diferente, mesmo, aqui é só o serviço de alfaiataria em seda. Escolhe-se o modelo e os tecidos. Tiram-se as medidas. E no dia seguinte de manhã, as "fadas" têm-no pronto. Um conto de sonho que pode ter muito que se lhe diga... 
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V
Seguimos para o centro, passeando pela margem do rio antes de irmos para os bairros. Porta sim, porta sim, havia um negócio, pequeno ou grande que fosse.
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O rio tem profundidade suficiente para receber embarcações com alguma dimensão, que trazem produtos a partir do oceano, cuja cota passa rapidamente de valores de 35 m para as praias.
Foi assim desde tempos imemoriais, tendo proporcionado que a zona central do Vietname tenha sido sempre um florescente posto comercial, incluído na rota da seda, apetecível a chineses, japoneses, indianos e posteriormente aos europeus. 
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Como todos os locais deste tipo, foi também um ponto de encontro de culturas. Aqui temos o bairro Japonês e o Chinês relativamente diferenciados, com os respetivos templos, pagodes e mercados. Mas a casa tradicional que visitámos tinha uma mistura de estilos das duas civilizações. Na fronteira dos bairros, uma fronteira física sobre uma linha de água que tanto podia ser um pequeno rio ou uma vala artificial, não temos a certeza. Para passar o portal que vêm abaixo, no passado era necessário pagar uma taxa.
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Continuamos em direção a Danang, a cerca de 30 km, onde visitamos o Museu de Escultura Cham. Mr. Nam explicou com entusiasmo a vinda deste povo pelo sul a partir da India, a sua cultura excecional, com especial abertura à diferença, os seus valores e capacidade de esculpir estátuas e "lindissímos" frisos, numa técnica diferente de todos os povos ao redor.
Mr. Nam é de origem Cham. Defende com unhas e dentes o património do seu país e é vê-lo a passar responsos, raspanetes aos que encontra a tentar montar cavalos, subir para estátuas ou abanar peças soltas dos monumentos ;)
Estava felicíssimo quando nos mostrou a única peça metálica do museu. Uma linda deusa da terra, que também representava misericórdia.
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Almoçámos a caminho para Hue, num restaurante de praia na baía de Hai Van. Valeu a pena passar as curvas e contracurvas das montanhas, A vista sobre a baía é bonita.
Na baía vêm-se várias instalações de aquicultura, com esta que mostramos.
Depois da refeição, descemos até ao mar. A sua cor não era atraente, devido ao material em ressuspensão. Jovens e adultos, cada qual ao seu modo, usufruiam de passeio idêntico. Foi agradável.
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Em Hue, no dia seguinte, fomos até ao rio Perfume para seguir de barco para o Pagode Thien Mu, onde assistimos ao serviço religioso da manhã. O mosteiro parece estar preparado para ser visitado pelos turistas que podem ver as zonas de estudo, as cozinhas, o horário das atividades dos pequenos monges, que também vão à escola pública, mas dormem sete horas por dia e treinam kung-fu por dois turnos, além da aprendizagem religiosa e participação nas orações e sessões de meditação, etc., etc.
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Depois voltámos para Hue e fomos ao Mercado de Dong Ba, comprámos as gostosas maçãs vietnamitas que têm caroço de ameixa. Frutas variadíssimas enchiam os olhos de texturas e cores.
Quanto aos chapéus de forma cónica, só nos apercebemos de uma banca. Não verificámos se eram os melhores de todo o Vietname.
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Passámos à Cidadela Imperial, construída em 1804 num local escolhido de acordo com o seu meio envolvente. A visita inclui a Torre da Bandeira, os Mausoléus da Nona Dinastia, os 9 Canhões Sagrados, o Palácio Thai Hoa (Palácio da Suprema Harmonia) e ainda a Cidade Proibida.
  

Quase passamos pela torre da bandeira sem a notar. Apesar da disnatia ter tido doze reis/imperadores, só aqui se encontram dez mausoléus (que eram desenhados pelos próprios em vida e usados como retiros de férias). O rei Tu Duc não se considerou merecedor de ali construir o respetivo mausoléu e o último da dinastia, faleceu em Paris aos 39 anos com problemas cardíacos...

 

 

Os 9 canhões sagrados afinal são 9 grandes taças metálicas feitas com material reciclado da artilharia dos exércitos vencidos. a maior de todas é relativa ao primeiro rei desta disnatia. As outras de igual dimensão correponde à dos restantes.

  

Na cidade proibida só entrava o imperador, quem este convidava, a família real e os servidores que mantinham tudo a funcionar. Mulher que entrasse na parte que lhes estava reservada não voltava a sair. Só após a morte do esposo (rei), se não fosse a mãe do herdeiro do trono, que ficava a viver em espaço previlegiado até morrer.

 

     

Almoçamos num excelente restaurante no meio da cidade, onde nos ensinaram a usar o papel de arroz para embrulhar a comida. O papel também se come!
 
   
Continuação da visita pelos túmulos reais agora do Rei Tu Duc (1848-1883) e do Rei Khai Dinh (1916-1925).  O texto do mausoléu do rei TuDuc, corresponde a uma autocrítica pelas suas piores ações na vida: ter promovido o assanínio do seu meio irmão que reclamou o trono (como ele simpatizava com o credo católico, o pai não quis que o filho mais velho fosse o novo imperador e legou o trono a Tu Duc), não ter conseguido impedir o Jugo francês e de não ter dado filhos herdeiros do trono, apesar de ter tido cerca de 100 mulheres. O seu herdeiro acabou por ser um sobrinho, que ele adotou como filho.
           
publicado por indochina2011 às 18:04
07
Dez 11

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Estes dois dias foram reservados ao Vietname do Norte: HANOI / BAT TRANG / DONG GIAO / HALONG
No dia 2, iniciamos a nossa "peregrinação" indo primeiro ao Mausoléu de Ho Chi Minh, mesmo a tempo de ver o render da guarda.
O corpo do grande líder é hoje em dia preservado por uma equipe de especialistas vietnamitas. Anteriormente, era levado anualmente para a União Soviética sendo aí realizados os tratamentos por equipas locais a expensas do país amigo. AGORA JÁ COBRAM O SERVIÇO. "Ve-y expensive...- dizia a guia.
..
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Seguimos
Seguimos depois para o Templo da Literatura. É constituído por cinco espaços representando cada um os elementos naturais: vida, água, terra, ar e fogo.
=)
O inglês falado por quem tem dificuldade em pronunciar as letras "ele" e "erre" fica complicado para reconhecer: "life" soa a "aif" e "turtle" fica "tâtâ" =(
=)
Este espaço, que funciona hoje apenas para visitas de estudo e turismo, foi a primeira Universidade Vietnamita. Os alunos eram recrutados nas várias províncias, em função das capacidades demonstradas em exames prévios, primeiro nas localidades de residência, depois nas capitais de província e por fim na capital. Nos últimos exames, colocavam-lhes questões relativas a gestão do país e estratégia militar. Quem era seleccionado prosseguia estudos para a área administrativa ou para a militar. Os melhores fariam parte do corpo de mandarins civis (conselheiros, ministros e administrativos que apoiariam o imperador) ou de mandarins militares (comandantes do exército imperial).
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Depois verão as fotos das "lápides/diplomas" colocadas sobre tartarugas, tudo em pedra. A formação durava de cinco a dez anos, por vezes até mais, pois era interrompida quando entravam em guerra para se defenderem de invasores. A posição da cabeça da tartaruga dependia se a formação era concluída num período no qual o país se encontrava com autonomia, cabeça levantada de orgulho, ou se estava sob domínio de outra nação, cabeça baixa de submissão.
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Uma imagem da qual não temos foto, representava a transformação dos alunos de pequenos peixes a dragões (com menos dedos do que o que representava o imperador...) Havia muitos peixes, menos peixes-gato e apenas alguns dragões.
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Gostámos do Museu de Etnologia. Bastante moderno e elucidativo dos 54 tipos etnográficos existentes no país. O material exposto e a recriação dos locais de habitação estavam muito boas. Como no interior era necessário pagar 3 USD por foto, não há fotos para ninguém =b
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O melhor  do programa foi a volta de cerca de 1 hora pela zona antiga da cidade em “pedicab”, que se devia chamar "bikecab" ): Depois verão as fotos.
as fotos.
as fotos.
Antes de sair de Hanoi, fomos ver o Lago da Espada Recuperada e Templo Ngoc Son, que fica na ilha do lago. Antes de servir como local de homenagem ao grande general que impediu uma das invasões chinesas, foi espaço de lazer do imperador. Hoje é também um espaço muito apetecido para a reportagem de casamento de muitos jovens.
jovens
jovens
jovens
jovens
jovens
Almoçámos em Bat Trang, num centro de artesanato onde nos mostraram a produção de peças lacadas feitas com casca de ovo e a produção de quadros bordados a fio de seda. Algumas peças eram espetaculares em termos de técnica e estética, mas a maioria não fazia o nosso geito e tinham preços um pouco "puxados".
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Continuámos para Dong Giao a caminho para Halong. Na auto-estrada o limite de velocidade é 50 Km/h. Atenção que este é o limite máximo. É que esta via é atravessada por peões...
=)
Apanhámos o regresso a casa e ficávamos encravados no tráfego sempre que passávamos por uma localidade maior.
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Aqui as casas também crescem como cogumelos junto às estradas =( 
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São quilómetros e quilometros de casas, de estreita fachada. No rés-do-chão desenvolvem o negócio da família (comércio de diferentes produtos, oficinas de produção artesanal ou oficinas de reparação de viaturas). A casa da família começa na sobreloja, onde ficam os espaços de uso comum e os alojamentos dos mais idosos. Nos andares de cima ficam os alojamentos dos mais jovens. O número de pisos corresponde ao número de gerações que vivem na casa, acrescidos de um último piso, no qual fica a lavandaria. Só parte deste piso é fechada, funcionando o resto como terraço com telhado, podendo ter paredes laterais. Se a casa tiver quatro pisos, vivem aí avós, filhos/pais e netos. A maioria tem três.
V
Os edifícios são estreitos e muito compridos, a proporção parecia ser de 1:5. A guia explicou que a fachada mais apetecível, a da entrada, é muito cara. Em Hanoi vimos um que teria quanto muito dois metros de fachada. 
V
As escadas pareciam ser ao centro e devem ter uma entrada de luz no telhado, pois vimos várias estruturas de vidro piramidais em cujo topo ficava uma chaminé redonda rotativa cromada, como as que já se usam em Portugal. Além de proporcionar luz, contribui para a ventilação da casa e cria a sensação de arrefecimento do ar. Espertos estes vietnamitas ; )
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V
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No dia seguinte, logo pela manhã, saímos para o cruzeiro pela Baía de Halong.
V
Visitámos duas grutas "mágicas", ou sejam duas grutas cársicas onde dominavam as estalagmites em formas drapeadas.
Depois foi um longo passeio entre múltiplas ilhas de rara configuração com direito a relaxar no mais belo cenário do Vietname, justamente considerado em 11/11/11 uma das setes maravilhas do mundo.
Almoço de marisco fresco servido a bordo. 
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V
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=)
De regresso fomos olhando pela paisagem. Entremeando as casas à beira da estrada que nos tapavam as vistas, lá íamos vendo um pouco da paisagem rural. Nas zonas inundáveis, lá se abria a paisagem e podíamos ver os campos cultivados. Para além de arrozal, há também diversas hortícolas. Vimos camponeses em campos de alface, que segundo a guia cresciam em quinze dias !?!?!? De facto, as courelasapresentavam alfaces em diferentes estágios de crescimento. Ficámos espantadas com o sistema de rega tão... artesanal. A mulher que veem a transportar os regadores, atravessa a estrada nacional para ir buscar água a um canal de adução, a cerca de 30 a 50 metros de distância!!!
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VV
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E lá seguimos para o aeroporto para mais uma viagem. Desta vez em direcção ao centro.
DANANG +  HOI AN  +  HUE
publicado por indochina2011 às 11:57
01
Dez 11

 

 

LUANG PRABANG (continuando)

 

Começámos o dia visitando o Museu do Palácio Nacional. Tem um templo que não é usado, pois foram removidos os budas para outros locais. Apenas é considerado um “ex libris”. Ao lado tem o museu, com uma sala lindíssima toda pintada de vermelho sangue com incrustações de figuras trabalhadas em vidro contando histórias e cenas da vida do Laos com a mesma técnica que vimos no Vat Xieng Tongh. PHOTO FORBIDEN… 

 

 

 

 

 

A subida ao Monte Phosi não foi pêra doce (260 degraus – vida de turista nem sempre é fácil =b). Chegámos lá a cima com os “bofes de fora”… A vista é gira já que se vê toda a cidade e os dois rios, mas nada de espetacular. A descida foi mais interessante já que tem várias imagens, a maior de todas um buda deitado a descansar. Neste local vivem monges, alguns deles muito jovens.

 

 

 

 

Terminámos na baixa da cidade e as 2 horas livres decidimos receber uma massagem de corpo inteiro durante 1 hora e que nos soube divinamente… Não é para fazer inveja… mas além de fabulosa custou-nos a módica quantia de 4€… É verdade… já decidimos tornar uma prática corrente, desde que tenhamos tempo. Almoçámos na mesma rua. Banal…

 

Lá seguimos para o aeroporto para as cenas do costume. Deu para arrumar as fotos e escrever estas palavras.

 

 

Esta madrugada choveu… E a manhã esteve bonita e quente.

 

 

Luang Prabang merece bem o estatuto de património mundial conferido pela Unesco.

 

O Vietname espera-nos dentro de poucas horas.

l & s

publicado por indochina2011 às 16:37
30
Nov 11

 

 

 

OFERENDA AOS MONGES

 

Levantámo-nos às cinco da manhã, sim às 5horas... e fomos oferecer arroz aos monges, num dos rituais mais comuns e antigos do budismo. De acordo com os roteiros, Laos é única nação busdista que preserva esta tradição. No fundo, é uma procissão dos monges para recolherem esmolas, sobretudo arroz, podendo ser outros alimentos e outras dádivas, inclusivé dinheiro que é usado para a educação dos monges. E vai tudo misturado no mesmo cesto.... São "holly people" e não podem ser tocados.

A oferta de alimentos é considerado um ato meritório qie serve também para lembrar que não devemos ser egoístas e gananciosos.

Aqui estamos nós fotografadas pelo DAO, com direto a tapete, "scarf" e cesta de arroz (ainda quente).

 

 


 

 

 

 

MERCADO MATINAL

 

De tudo um pouco, mas sobretudo é uma mercado alimentar. Comida pronta a comer e todos os elementos para cozinhar.

Sim, vendem ratos, rãs, larvas, etc e tal. Apesar do aspeto estaladiço e suculento, fizémos "RRRRRRRRRRRRR" :O

Montes de fruta e vegetais. O arroz é um alimento sagrado. Aqui mostramos 3 tipos, sendo o escuro considerado de melhor qualidade e mais caro.

 

 

 

OCK POP TOCK (=East meet West)

 

Com uma vista panorâmica sobre o Mekong, é um espaço de apoio ao desenvolvimento local (sobretudo criação de emprego feminino), onde se pode aprender todos os passos de transformação da seda. Pudemos ver a técnica de tingimento a partir de vegetais, com cores lindíssimas (logo verão nas outras fotos), o amaciamnto do fio e a tecelagem, a maior parte com padrões complexos e que ficam à venda neste centro. 2 metros de tecido com desenho complexo demoram 2 semanas a tecer.

 

ALDEIA DO POVO HMONG - BAM THIKEO

 

O chefe da vila, homem dos seus 50 anos, com ar mogol, tem 2 mulheres e 14 filhos, dois dos quais os pequenos gémeos aqui apresentados, grandes guerreiros de espadas de madeira :)

A Lena foi para o campo ver os arrozais e a São ficou na zona de descanso batendo foto...

 

KUANG SI WATERFALL

 

Múltiplas pequenas cascatas deixando muitos lagos de cor azul turquesa seguem-se à maior queda de água.

Alguns banham-se nessas piscinas naturais de cores fantásticas.

Situam-se a cerca de 30km de Luang Prabang. É um parque magnífico com uma vegetação frondosa e que acolhe igualmente a proteção do urso negro asiático.

 

Esperamos ter mais coisas para contar, pois amanhã ainda é dia de Luang Prabang (parte 3), mas a caminho do Vietname, começando por HANOI.
ABREIJOS de nós as duas.

 

 

 

publicado por indochina2011 às 15:52
30
Nov 11

 

 

 

 

 

Chegámos a LUANG PRABANG, a cidade mais importante em termos artísticos, no final do dia, num voo tranquilo da Laos Airlines, embora com um atraso de cerca de 1hora.

O nosso guia DAO já nos esperava.

Começámos com um pequeno contratempo já que houve troca de hotéis. Ambos começam por MAISON... No hotel anterior (*****) tivémos direito a um wellcome drink e toalhas refrescantes... Não há nada como os vouchers para confirmar  o verdadeiro, Maison Dalabua (****). Um quarto amplo e confortável com uma vista magnífica para um lago cheio de nenúfares.

Optámos por uma sandwiche no quarto.

 

Manhã cedo começámos o nosso CRUZEIRO NO RIO MEKONG. Este rio nasce no Tibete e passa por seis países, sendo a maior parte no LAOS. Barco enorme só para as duas. Passeio de 2horas. Paisagem relaxante.

Entre ver a paisagem e fechar a pestana para uma soneca chegámos ao primeiro destino, a visita a uma aldeia para turista ver, sem grande interesse, mas faz parte do pacote...

Nela, já tens "penduricalhos" laotianos para a tua Christmas Tree...

 

 

Sendo assim:

 

 

ALDEIA BAN MUANGKEO

Sem grande interesse, mas segue a foto. Outras ficarão disponíveis à chegada a Lisboa. Quando? Logo se verá... Isto dá mais trabalho do que pensávamos. A Internet é lentita...:). Vamos ao ritmo que pudermos e qd terminarmos... finish, the end! É o nosso diário de bordo!

 

 

 

 

TRECK até às "CAVES"

Um trilho de cerca de 30 minutos no meio da floresta laotiana. Lá fizeram por queimarmos algumas calorias. Dá jeito!

A Lena foi acompanhada por butterflies :) Depois verão a foto diretinha... nem a Lena nem a São conseguiram virá-la no Blog, embora esteja direitinha no arquivo. Vejam a borboleta na mala dela.

 

 

 

 

PAK OU CAVES

São duas grutas, uma superior e outra inferior onde se encontram inúmeros budas de diferentes formas e dimensões.

Visitámos as duas. Achámo-las mais impressionantes vistas do rio, já que parecem ser feitas num muro feito na margem do rio.

Almoçámos muito bem no restaurante da outra margem por cerca de 15€ as duas. Sopa de peixe de rio, deliciosa (considerado prato principal), peixe grelhado, arroz à moda de cá e ainda vegetais.

 

 

 

WAT XIENG TONG

Com uma vista panorâmica sobre o Mekong, é um espaço constituído por vários stupas e um templo, este com telhados sucessivos e descendentes até ao chão. Um espaço magnífico e sumptuoso, tanto a nível artístico como arquitetural.

Tem mosaicos de vidro colorido por todo o lado. O grande edifício é o Templo do Buda onde tem na parede traseira a árvora La Boddhi, árvore da iluminação e da vida. Tem também o edifício do carro funerário onde encontramos dois adereços para a Joana e Rita, respetivamente a sereia e o cavalo. Enviamos por mail:).

Este é o lugar mais importante para a comemoração do Ano Novo.

 

 

 

WAT VISOUN

Conhecido pela forma do seu Stupa, que sugere uma melancia...

Não mostramos a diferença que faz este stupa sem grande luz e com uma réstea do sol da tarde... Esta foto tem o dourado do sol, a outra parece a P/B.

 

 

MERCADO DA NOITE e JANTAR NO RESTAURANTE ROOTS & LEAVES

Anoitece cedinho, um pouco antes das 18h. De modo que antes de irmos jantar demos um passeio pelo mercado. É um grande restaurante a céu aberto, onde um BUFFET custa cerca de 1,50USD. No restaurante que nos foi recomendado, com direito a espetáculo de música e dança, custou -nos 13USD/pax com a respetiva TIP. É sempre um dilema saber o que deixar fora dos restaurantes...
Mas há grandes diferenças entre ambos, né?
publicado por indochina2011 às 14:02
30
Nov 11

A volta pela cidade, prevista no programa, teve de ser substituida por "visitas" às lojas (tipo chinês) que ainda estivessem abertas, já que o horário de encerramento é pelas 16h. Objetivo: comprar uma mala de substituição (a expensas nossas...). Para provar a robustez duma das malas feita em material rígido, a vendedora não esteve de modas e subiu para a mala vazia deitada. Deformou-se com o peso da menina, mas voltou ao estado inicial depois de sair de cima dela. Imaginem se fosse uma de nós... se calhar quebrava, eheheheh! Não fosse ela cor de rosa a fugir para cor de burro quando foje, até tínhamos ficado com ela =D. Acabámos por ficar com uma maior e sobriamente preta... A contrastar com os decoradíssimos BUSES que se encontravam à saída da loja.
De seguida fomos para o passeio ribeirinho / calçadão de Vientiane.
A margem do Rio MEKONG do lado da cidade foi regularizada acima da cota da última grande cheia de 2008.
Vimos o primeiro monumento: Estátua do Rei Pacificador ANU que estende a mão aos povos da outra margem para viverem em paz e cooperação.
A ideia era apreciarmos o SUNSET. Fizemos as fotos da praxe. Mas o que gostamos mais foi perceber que a população acorria ao local assim que o dia refrescava e usufruiam do espaço em família.
Fomos jantar ao Restaurante KOALALA, pertinho do nosso hotel. Primeiro contacto positivo com a culinária do Laos. O arroz "stiky" vermelho/preto ganhou duas fãs. E o resto não ficou atrás. Tivémos direito a música e dansas populares AO VIVO. Qual não foi a nossa surpresa quando ouvimos os acordes da nossa celebrérrima "Oh raspa, Oh raspa, Oh raspa...". No dia seguinte trauteamos a dita música ao gui que nos disse tratar-se de uma cantiga popular tradicional laotiana ("maiongue"). E esta, heim! Pelos vistos é daquelas que é de toda a gente e não é de ninguém...
SABAI-DEE!
VISITAS EM 28 DE NOVEMBRO
WAT SISAKET

É o mais velho templo desta cidade. Neste templo existem milhares de budas, sobretudo miniaturas, emparelhadas em pequenos nichos no claustro. São mais de 2000 peças a que se juntam outras de maiores dimensões e em diferentes materiais, de diferentes épocas. Estes budas encontram-se em diferentes posições: ligação à terra, meditação, contemplação, pedido de chuva, "no more fight". Com a história de invasões múltiplas que este povo pacífico esteve sujeito, entende-se a profusão de budas nesta última posição. No centro do claustro encontra-se o Templo.

 

 

 

WAT PRAKEO

Já foi um templo real construido especificamente para hospedar o famoso buda esmeralda. Atualmente é um museu nacional de arte religiosa, possuindo a melhor coleção de imagens de Buda no Laos. Tem um belo jardim envolvente (Beto vê se reconheces os arbustos...).

 

 

 

 

THA LUANG STUPA

É o monumento mais importante do país. É o símbolo da nação.

Tem um stupa dourado envolto por um muro enfeitado com flor de lótus.

Em lados opostos foram reconstruídos recentemente dois dos quatro templos que o envolviam. Apenas vimos um deles, bem como um palácio de convenções mais recente e a estátua do rei unificador.

 

 

 

 

 

 

PATUXAI

Edificado recentemente, nos anos 60, é um arco de triunfo em memória dos mortos e heróis da guerra pela independência nacional.

 

 

 

 

 

COPE EXIBITIONS

Centro de exposição da associação COPE para apoio aos mutilados das explosões nos campos agrícolas do material não explodido das bombas aéreas lançadas por altura da guerra do Vietname/Guerra Fantasma e que só explodiram mais tarde (a guerra depois da guerra).

A escultura da mãe e filho correndo foi construída com o material dessas bombas, num total de cerca de 500Kg. A expressão de ambos é atroz.

 

 

 


 


 

 

 

 

 

publicado por indochina2011 às 12:33
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